Jovens cientistas são premiadas na maior feira de ciências e engenharia do Brasil

Duas estudantes do Colégio Positivo desenvolvem fórmula agroAtóxica

Apesar de todas as notícias negativas relacionadas à pandemia e às epidemias que assolam o planeta, há muitas coisas boas acontecendo em paralelo. Exemplo disso é o projeto AgroAtóxico, desenvolvido por duas alunas do Ensino Médio do Colégio Positivo, o qual foi premiado na 18ª edição da Febrace (Feira Brasileira de Ciências e Engenharia) – que, neste ano, de forma inédita, foi realizada remotamente.

Sarah Bernard Guttman e Luiza Fontes Bonardi, de 15 anos, sobressaíram-se entre 66 mil estudantes que desenvolveram trabalhos de pesquisa científica e tecnológica em diferentes áreas. O projeto AgroAtóxico teve como base a busca por um insumo orgânico capaz de substituir os agrotóxicos, considerados grandes vilões contra a saúde humana e o meio ambiente.

Sob orientação da professora Suellyn Homan, elas estudaram plantas medicinais, e um blend dessas plantas resultou em uma fórmula não nociva ao meio ambiente. Mais do que isso, os estudos mostraram que a fórmula protege as plantas contra agrotóxicos. O próximo passo, agora, é patentear a fórmula e produzi-la em larga escala.

O trabalho das estudantes será publicado na revista científica InCiência.

Saiba mais sobre o projeto na publicação da Globo Rural.

 

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