Campanha Setembro Amarelo

Cuidar do outro é cuidar de si mesmo

Após quase dois anos de pandemia, na qual as relações sociais foram ressignificadas, assim como toda a organização dos espaços de convivência, tais como a família e a escola, é hora de questionar o que pudemos aprender com essa experiência. Além das perdas e do luto vividos por muitas famílias, que jamais serão esquecidos e não devem ser menosprezados, esse período também trouxe a oportunidade de novos aprendizados e do estabelecimento de novos tipos de relações.

Todos nós, incluindo as crianças e os adolescentes, tivemos que aprender a nos relacionar de formas até então impensáveis. As interações sociais passaram a acontecer predominantemente de forma virtual, o que acarretou, em alguns casos, uma série de problemas decorrentes do tempo excessivo no celular e no computador, assim como o ciberbullying, a ansiedade e a depressão.

Por outro lado, todo esse turbilhão de experiências também proporcionou aprendizados, como a mudança da relação com o consumo, as novas formas de relação com a tecnologia, o senso de pertencimento ao meio familiar e o desenvolvimento da empatia. Somente para citar alguns. Em relação a esse último aspecto, recaíram algumas de nossas ações na campanha Setembro Amarelo, uma vez que aprender a se colocar no lugar do outro, reconhecendo suas necessidades e anseios, também é uma forma de se conhecer e cuidar de si próprio, pois as individualidades se constroem nas relações.

Sob essa ótica, foi proposto um trabalho às turmas do Ensino Fundamental Anos Finais e do Ensino Médio, com o objetivo de que os estudantes pudessem explorar mais a temática, evidenciando a importância de sermos solidários em face do sofrimento do outro.

Dessa forma, os psicólogos escolares espalharam algumas urnas pela escola, com a seguinte frase: “O que você gostaria de ouvir se estivesse passando por um momento difícil?”. A partir das respostas será desenvolvido um trabalho com os alunos. Em breve, mais informações!

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